Aby
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Neste que é o seu primeiro romance, Marie de Quatrebarbes se inspira na vida e na obra do historiador da arte Aby Warburg (1866-1929), cuja obra e pensamento vêm se tornando referência fundamental tanto no domínio da história da arte quanto, mais genericamente, no contexto do trabalho em torno da imagem em movimento, que, desde o Renascimento, veio assombrar de maneira cada vez mais implacável toda perspectiva de conhecimento, em todos os domínios do saber. Um pouco em toda parte, na Alemanha, na França, nos Estados Unidos e em diversos países da América Latina, como a Argentina e o Brasil, multiplicaram-se as pesquisas e ensaios tendo sua obra — e a biblioteca de mais de sessenta mil volumes que acumularia ao longo da vida — seja como foco em si mesma, seja como base conceitual para a reflexão sobre o que, a partir dela, Georges Didi-Huberman chamaria de “a memória inquieta das imagens”.
Quatrebarbes se apoia em uma vasta documentação baseada não apenas no trabalho monumental de Warburg em torno da fotografia e da imagem, como também em sua saúde mental, especialmente a partir do dossiê clínico sobre suas internações, entre 1921 e 1924, na clínica Bellevue, na Suíça, sob a direção do psiquiatra Ludwig Binswanger, que havia estudado e trabalhado com Sigmund Freud. E é assim que, numa apropriação estética e teórica com a obra e a vida de seu personagem, a escritora monta um envolvente retrato do homem e da época, em que circulam personagens mais ou menos anônimos e célebres dos mundos da antropologia, da ciência e da arte.
Tradução e apresentação de Marcelo Jacques de Moraes
ISBN 9786587785660
1ed. 2025
144p.
Descrição
Neste que é o seu primeiro romance, Marie de Quatrebarbes se inspira na vida e na obra do historiador da arte Aby Warburg (1866-1929), cuja obra e pensamento vêm se tornando referência fundamental tanto no domínio da história da arte quanto, mais genericamente, no contexto do trabalho em torno da imagem em movimento, que, desde o Renascimento, veio assombrar de maneira cada vez mais implacável toda perspectiva de conhecimento, em todos os domínios do saber. Um pouco em toda parte, na Alemanha, na França, nos Estados Unidos e em diversos países da América Latina, como a Argentina e o Brasil, multiplicaram-se as pesquisas e ensaios tendo sua obra — e a biblioteca de mais de sessenta mil volumes que acumularia ao longo da vida — seja como foco em si mesma, seja como base conceitual para a reflexão sobre o que, a partir dela, Georges Didi-Huberman chamaria de “a memória inquieta das imagens”.
Quatrebarbes se apoia em uma vasta documentação baseada não apenas no trabalho monumental de Warburg em torno da fotografia e da imagem, como também em sua saúde mental, especialmente a partir do dossiê clínico sobre suas internações, entre 1921 e 1924, na clínica Bellevue, na Suíça, sob a direção do psiquiatra Ludwig Binswanger, que havia estudado e trabalhado com Sigmund Freud. E é assim que, numa apropriação estética e teórica com a obra e a vida de seu personagem, a escritora monta um envolvente retrato do homem e da época, em que circulam personagens mais ou menos anônimos e célebres dos mundos da antropologia, da ciência e da arte.
Tradução e apresentação de Marcelo Jacques de Moraes
ISBN 9786587785660
1ed. 2025
144p.
Informação adicional
| Peso | 0,238 kg |
|---|---|
| Dimensões | 16 × 23 × 1 cm |






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