É o fim do mundo e eu me sinto bem. Modernismo, extrativismo e festas

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A partir de uma perspectiva genealógica, a chave de leitura não são obras isoladas mas uma constelação, outro Modernismo, marcado pela catástrofe ao invés da utopia; da melancolia em meio à alegria; de fim do mundo ao invés da inauguração de uma nova era; do fascínio pela lentidão de paisagens devastadas, solitárias em detrimento da velocidade e da hipersensorialidade. Este outro Modernismo é com- preendido a partir de Mário Peixoto, Cornélio Penna, Lúcio Cardoso, Oswaldo Goeldi, problematizando as tensões entre localismo e cosmopolitismo, considerados numa perspectiva comparativa entre cinema, literatura e artes visuais e que aponta, talvez surpreendentemente, na cultura midiática para um Modernismo pop.

ISBN 9786587785745

1ed. dezembro de 2025

196p.

Categoria:

Descrição

A partir de uma perspectiva genealógica, a chave de leitura não são obras isoladas mas uma constelação, outro Modernismo, marcado pela catástrofe ao invés da utopia; da melancolia em meio à alegria; de fim do mundo ao invés da inauguração de uma nova era; do fascínio pela lentidão de paisagens devastadas, solitárias em detrimento da velocidade e da hipersensorialidade. Este outro Modernismo é com- preendido a partir de Mário Peixoto, Cornélio Penna, Lúcio Cardoso, Oswaldo Goeldi, problematizando as tensões entre localismo e cosmopolitismo, considerados numa perspectiva comparativa entre cinema, literatura e artes visuais e que aponta, talvez surpreendentemente, na cultura midiática para um Modernismo pop.

ISBN 9786587785745

1ed. dezembro de 2025

196p.

Informação adicional

Peso 0,320 kg
Dimensões 16 × 23 × 1 cm