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R$ 70,00
Blue note é um livro-mosaico, cujo sentido depende das combinações dos diferentes temas que aborda. Crítica literária, análise sociológica e registro etnográfico são algumas das áreas evocadas para o autor relacionar experiências autobiográficas, fatos históricos e debate político. Blue note envolve os leitores com o tecido da inquietação estética e filosófica. Sua linguagem às vezes explícita, às vezes labiríntica, se expõe como um exercício de montagem e desmontagem dos sentidos que atribuímos ao mundo. E daí procede o seu caráter de obra aberta ao diálogo e em processo de construção.
Segunda edição revista e ampliada
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R$ 70,00
“Este livro se dirige aos brancos, especialmente os proletários, os desempregados, aqueles que empobreceram e renunciaram à política ou deslizaram para a extrema direita, “os deixados para trás”, aqueles que, mesmo esmagados por um poder que não possuem, selam alianças com a branquitude e inferiorizam e oprimem os racializados, os migrantes, os que foram colonizados, os bárbaros. São esses brancos desfavorecidos, aqui chamados de buchas, que Houria Bouteldja convida a se unir em um Nós com outros excluídos, um Nós capaz de se tornar uma maioria decolonial, uma aposta ética no futuro”.
1ed. outubro de 2025
Tradução de Erick Araujo
ISBN 978-65-87785-54-7
172p.
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R$ 65,00
“O não-tempo impõe ao tempo a tirania da sua espacialidade: em todas as vidas, há um norte e um sul, e o oriente e o ocidente. No ponto mais extremo, ou, pelo menos, no cruzamento, é a enfiada das estações sobrevoadas, a luta desigual da vida e da morte, do fervor e da lucidez, talvez até mesmo a do desespero e da nova queda, a força também de olhar sempre o amanhã. Assim vai toda e qualquer vida. Assim vai este livro, entre sol e sombra, entre montanha e mangue, no crepúsculo quando não se distinguem cão e lobo, claudicando e binário.Tempo também de dar cabo de algumas fantasias e alguns fantasmas”.
Aimé Césaire, apresentação do seu último livro de poesias, eu, laminária…
Tradução, posfácio e notas de Lilian Pestre de Almeida
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R$ 70,00
(livro em pré-venda envios a partir do dia 21 de novembro)
Feminismos africanos. Uma história decolonial é uma coletânea de entrevistas organizadas em forma de conversas entre a politóloga e escritora senegalesa Rama Salla Dieng com cerca de vinte ativistas feministas e acadêmicas de Gana, Senegal, Camarões, Uganda, Tanzânia, Reino Unido, Tunísia, África do Sul, Etiópia, Egito e Quênia. Elas dialogam sobre a produção de conhecimentos na África, a partir de uma perspectiva decolonial, questionando as diversas práticas feministas em relação ao desenvolvimento social, político e econômico de diferentes países da África, falando também sobre filosofias, desafios globais, África e relações internacionais, horizontes de trabalho político, desejos por um mundo melhor. O livro está dividido em quatro partes: “Libertar a palavra, dizer-se”, “Amores revolucionários: desromantizar o território”, “Prazeres e sexualidades”, “Pesar e curar a cidade”.
Tradução de Erick Araujo
1a Ed. Novembro de 2025
ISBN 978-65-87785-73-8
178p.
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R$ 80,00
“Situando-se na história da condição existencial da afro-modernidade – história de escravidão, revolta, quilombagem –, Roberts nos libera um terreno conceitual bem empolgante, inexplorado, até então, pelas euronarrativas hegemônicas. Ao fazer isso, ele deixa irrefutavelmente nítido o quanto da teoria política ocidental foi construído no silenciamento das vozes de resistência de todos os Outros raciais que o Ocidente tentou subordinar”. Charles W. Mills
“Liberdade como quilombagem não é uma exegese esclarecedora sobre a agência dos escravos para criar espaços livres para viver, mas uma reflexão absolutamente brilhante sobre o significado fundamental da liberdade no mundo moderno. Teóricos políticos, historiadores, filósofos e críticos culturais, prestem atenção: Roberts é um pensador a ser levado em conta”. Robin D. G. Kelley
Tradução e apresentação de Victor Galdino
Imagem de capa de François Muleka
Primeira edição: agosto de 2025
328p.
ISBN 978-65-87785-69-1
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R$ 65,00
O Nós que emerge de nosso encontro, o Nós da superação da raça e de sua abolição, o Nós de uma nova identidade política que devemos inventar coletivamente, o Nós da maioria e da maioridade decolonial. O Nós da diversidade de nossas crenças, de nossas convicções e de nossas identidades, cuja complementaridade e irredutibilidade é afirmada por esse Nós. O Nós da paz que nós fizemos por merecer, já que pagamos o preço mais alto. O Nós de uma política do amor, que não será jamais uma política do coração. Já que para a realização desse amor não há nenhuma necessidade de se amar ou de se apiedar. É suficiente se reconhecer e incarnar “o preciso momento antes do ódio”, para afastá-lo da maneira que for possível e, com a energia do desespero, evitar o pior. Tal será o Nós do amor revolucionário.
Tradução
Erick Araujo e Vladimir Moreira Lima
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R$ 65,00
Ao examinar a fuga e a evasão como práticas de criação e transformação, Dènétem Touam Bona reconstrói o marronage (quilombagem) como conceito, considerando-o não apenas como uma estratégia de evasão, mas também como um ato contínuo de transformação e reconfiguração das relações de força e poder. Em um contexto como o do Brasil, onde a história da resistência negra é profundamente marcada pela fuga (notadamente pela singularidade dos quilombos), a tradução desta obra para o português constitui um gesto filosófico crucial. Na verdade, ela permitiria uma interação direta com os debates sobre raça e resistência, oferecendo uma perspectiva que vai além da celebração de identidades fixas e insiste na criação de novas possibilidades de existência por meio da fuga.
Tradução de Diego Gondim e Victor Galdino
1a Ed. Novembro 2025
ISBN 978-65-87785-76-9
104p.
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R$ 70,00
Pigmentos foi publicado originalmente em 1937. Nevralgies em 1966. Nesta edição as leitoras e os leitores poderão ter os dois livros juntos, em edição bilíngue, seguido de um rico posfácio crítico. Sobre Damas, seu aluno, o poeta da Guadalupe, Daniel Maximin escreve:
“Assim a sua ação se fará até à sua morte através de muitas atividades disparatadas que cumprirá com um misto de ardor, de diletantismo, de distância e de paixão, sempre impulsionado pelo fervor em recolher sem descanso as palavras de beleza e de revolta de todo o mundo negro, dessas culturas da África e da América na ânsia de abraçá-las a todas, defendê-las e difundi-las, de Paris a Dakar, de Harlem ao Rio, de Fort-de-France a Caiena”. Trecho de “Léon-Gontran Damas, fogo sombrio sempre…”
Quanto à palavra Negritude propriamente dita, Senghor atribui explicitamente a invenção a Césaire, enquanto este afirma que o conceito foi fruto de uma criação coletiva. Ambos, no entanto, reconhecem a sua primeira e plena realização no volume de Pigmentos, de Damas, publicado em 1937.
Do posfácio de Lilian Pestre de Almeida
Tradução de Lilian Pestre de Almeida
Notas, cronologia, posfácio e bibliografia:
Lilian Pestre de Almeida em colaboração com Antonella Emina
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R$ 65,00
Uma flecha para o país em leilão retrata uma voz singular no El Dorado sul-americano dos franceses: a Guiana Francesa. Por muito tempo, pouco se soube sobre a cultura franco-guianense, em particular, sua literatura. Agora, na tradução de Danielle Grace, podemos escutar a voz deste autor que desde sempre deseja ecoar assuntos caros a Amazônia, a América do Sul, ao povo negro, ribeirinho e ainda diante da neocolonização. Esta antologia nos convida a seguir o caminho de Stephenson por sua terra natal: do silêncio aos gritos, da infância a fase adulta, do passado ao presente, do português às línguas originárias, do centro à periferia, da floresta à cidade. Ler e compreender as palavras deste guianense é escutar um pedido de paz e amor pela América latina, pela região amazônica.
Dennys Silva-Reis / Universidade Federal do Acre
Tradução de Danielle Grace
Revisão da tradução de Marcelo Jacques de Moraes
Brochura
ISBN 9786587785561
164 p.
Ano de lançamento 2024