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R$ 25,00
Neste pequeno ensaio, o escritor catalão Rafael Argullol (1949), percorre as imagens e significados do mar na literatura. Evocando obras de Paul Valéry, Herman Melville, Joseph Conrad e Edgar Allan Poe, Argullol propõe uma viagem pela “linha do horizonte” como espaço ideal para compreender as distintas formas de ser. “Há dois tipos de homens”, diz o autor, “os que sonham com aventuras através do mar e os que não. Uns e outros são irreconciliáveis”.
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R$ 25,00
Um homem passeia pelos Alpes suíços, percorrendo aldeias remotas e caminhos campestres na companhia de um amigo. Outro perambula por uma Moscou frenética, em busca de amor, velhos brinquedos e horizontes utópicos. Um terceiro vagueia pela Cidade do México, testemunhando a agonia de sua própria juventude e dos sonhos de sua geração, vivendo uma lenta glória apocalíptica marcada desde o início por uma tonalidade crepuscular. Robert Walser, Walter Benjamin e Roberto Bolaño são os autores que passeiam aqui nesses textos de Cristopher Dominguez Michael que, com excelência e graça, nos leva a transitar junto com eles em suas deambulações pelo feérico século XX. Artífice maior dessa combinação rara – a do resenhista jornalístico que trabalha com a intensidade inquisitiva do ensaio –, Dominguez Michael nos convida aqui a pensar com ele uma questão que, embora antiga, parece ainda fundamental: o que a obra oferece à indagação sobre a vida, a história e a experiência dos autores que com ela se inventam?
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R$ 50,00
“Apesar da fama de viver isolado, Dalton nunca está, nem esteve, sozinho. O “.com” do título deste suposto “livrinho” indica não o aspecto comercial atribuído aos sítios web com tal extensão, e sim o modo como a obra daltoniana é a de um escritor comunitário, que escreve com outros, a partir de diferentes tipos de relações intertextuais. O título do livro usa, assim, o potencial do mínimo significante para alcançar a máxima significação, mimetizando o procedimento de redução do conto ao haicai praticado por Dalton. Nos cinco ensaios aqui reunidos, Jorge Wolff traz suas perspectivas da obra de Dalton com a de Paulo Leminski e com a de Manuel Bandeira, este último por meio do cinema de Joaquim Pedro de Andrade, diretor de O poeta do Castelo (1959) e de Guerra conjugal (1975). Dono de uma escrita original, atenta a detalhes fatais da linguagem e a cantos de corruíra que mudam toda a paisagem, Wolff faz assim um “livraço”, selvagem e comunitário como também o era a literatura do Vampiro de Curitiba”. Katherine Funke
ISBN 9786587785646
1ed. 2025
124p.
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R$ 50,00
Por que se escreve um diário? Por que razão anotamos diariamente num caderno o que acontece na nossa vida? Para que manter um registro contínuo dos nossos pensamentos, das nossas dúvidas ou pequenas desgraças? Nos ensaios que compõem este livro, Felipe Charbel lê os diários de Kafka, Virginia Woolf, Peter Moen, Julio Ramón Ribeyro, Susan Sontag, Alberto Giordano e outros. Sendo ele também um escritor de diários, Charbel reflete sobre sua prática, suas motivações e a própria materialidade que rodeia esse tipo de escrita íntima: que tipo de caderno usar, qual a cor de caneta preferida, qual o melhor horário para escrever. Cada um dos capítulos nos leva a pensar o diário como campo de experimentação da escrita, um laboratório. Mas também como estratégia terapêutica: em tempos sombrios, o diário nos ajuda a aplacar a ansiedade, a enfrentar traumas ou a viver o luto. Nesses casos, a escrita dos dias pode se transformar numa necessidade física, quase um vício. O diário como registro ou como substituto da vida? Dia após dia após dia, essa é a pergunta que todo escritor de diários não se cansa de fazer.
1a edição: setembro de 2025
ISBN 978-65-87785-70-7
68p.
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R$ 35,00
A partir da análise de algumas narrativas latino-americanas contemporâneas Luciene Azevedo pensa o lugar da ficção no presente. Em meio a um cenário no qual proliferam “fatos alternativos” e fake news, alguns livros, que fazem um uso intensivo de recursos documentais e autobiográficos, sinalizam ao mesmo tempo as fendas por onde se infiltra a ficção: : na dúvida ou na insuficiência do que está registrado, do que se anota sobre si mesmo ou sobre um outro.
1a. Edição: 2024
ISBN 978-65-87785-46-2
Edição Grampo
76p.
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R$ 40,00
O livro Viagem a Buenos Aires. Dez crônicas inéditas reúne dez crônicas publicadas originalmente em 1915 no jornal A Gazeta de Notícias, sob a assinatura de João do Rio. Essas crônicas são fruto da primeira e única viagem do autor à Argentina. Inseridas na tradição dos relatos de viagem, as crônicas de João do Rio procuram equilibrar a análise do contexto político no qual se desenvolve sua visita ao país vizinho com suas pretensões estéticas. A pesquisadora argentina Lucía González foi responsável pela cuidadosa recopilação, transcrição e organização dos textos, além de ter assinado o prefácio “João do Rio, um viajante raro”, no qual aprofunda a análise da obra e do autor.
Prefácio, organização e notas de Lucía González
ISBN: 978-65-87785-55-4
1a. Edição: 2024
Grampo
96p.
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R$ 25,00
Virou um clichê dizer que “a obra de Fulano é inclassificável”, mas no caso do escritor argentino Juan Rodolfo Wilcock (1919-1978) esse rótulo parece bem acertado. Wilcock viveu entre Argentina e Itália, foi tradutor, crítico literário, ghost writer, e fez uma ponta em um filme de Pasolini. Os títulos de alguns de seus livros denunciam sua peculiaridade, e a fibra jocosa com a qual operou na literatura e na vida: Persecución de las musas menores, Los dos indios alegres, La boda de Hitler y María Antonieta en el infierno. Seu livro mais conhecido, A sinagoga dos iconoclastas, é um convite à invenção por meio de uma coleção de Magister Vitae de inventores. Neste ensaio, Kelvin Falcão Klein visita a Lubriano onde Wilcock viveu em seus últimos anos, e palmilha arquivos em busca de “fatos inquietantes” em torno de um autor que encarnou, discreta e marginalmente, a proposta artística e vital de Marcel Duchamp.