“Por uma história feminista da literatura brasileira Vol. I” foi adicionado ao seu carrinho.
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R$ 30,00
Realizado em parceria com o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, o livro Pensar com método reune contribuições de disciplinas como a antropologia, a ciência política, a demografia, a sociologia e a história, nas quais os autores nos oferecem estimulantes ensaios metodológicos. Trata-se de uma coletânea para todos os públicos, não apenas cientistas sociais. Percorrendo vários temas, mas não se circunscrevendo a análises temáticas, os textos apresentados visam ajudar alunos, pesquisadores e professores a lidar com as complexidades do trabalho de quem procura entender e explicar os mundos sociais contemporâneos.
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R$ 70,00
Por uma história feminista da literatura brasileira é o resultado de um projeto coletivo, crítico e de intervenção. A empreitada de dois volumes se propõe a pôr em xeque as categorias presentes no título do livro ao repensar história, literatura e nação a partir de “uma história”, sem maiúscula. As releituras que se encontram nos múltiplos ensaios, que dão uma forma aberta, movente e não homogênea ao projeto de vozes autorais diversas, são pautadas por um desejo político feminista de problematizar conceitos estabilizados nos estudos de literatura brasileira. O Volume I, “Começos, recomeços, descompassos”, revisita fundações, arquivos e cânones para desorganizá-los, buscando lacunas e resistências, e o Volume II, “Impasses, contatos, aberturas”, procura interrogar a noção de gênero, dentro e fora da literatura, para trabalhar outros saberes, vozes e estéticas.
Organizadoras
Beatriz Jevoux, Dri Azevedo, Eduarda Rocha, Glaucia Moreira Secco, Jucilene Nogueira, Júlia Braga Neves, Luciana di Leone, Mabel Boechat Telles Manuella Lopes Villas, Marcela Filizola, Mariana Patrício Fernandes Orquídea Garcia e Tássia da Silva Freitas
Brochura
496p.
ISBN 978-65-87785-53-0
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R$ 70,00
Por uma história feminista da literatura brasileira é o resultado de um projeto coletivo, crítico e de intervenção. A empreitada de dois volumes se propõe a pôr em xeque as categorias presentes no título do livro ao repensar história, literatura e nação a partir de “uma história”, sem maiúscula. As releituras que se encontram nos múltiplos ensaios, que dão uma forma aberta, movente e não homogênea ao projeto de vozes autorais diversas, são pautadas por um desejo político feminista de problematizar conceitos estabilizados nos estudos de literatura brasileira. O Volume I, “Começos, recomeços, descompassos”, revisita fundações, arquivos e cânones para desorganizá-los, buscando lacunas e resistências, e o Volume II, “Impasses, contatos, aberturas”, procura interrogar a noção de gênero, dentro e fora da literatura, para trabalhar outros saberes, vozes e estéticas.
Organizadoras
Beatriz Jevoux, Dri Azevedo, Eduarda Rocha, Glaucia Moreira Secco, Jucilene Nogueira, Júlia Braga Neves, Luciana di Leone, Mabel Boechat Telles Manuella Lopes Villas, Marcela Filizola, Mariana Patrício Fernandes Orquídea Garcia e Tássia da Silva Freitas
ISBN 978-65-87785-59-2
1ed. 2025
544p.
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R$ 60,00
É nosso modo de ver o tempo que se perturba neste livro, com uma densidade e astúcia teóricas que surpreendem a cada leitura. Este trecho da abertura resume as estratégias através das quais isso se torna possível: “este livro focará principalmente contextos inesperados, as cenas consideradas provocativas ou carentes de sentido, os anacronismos ou montagens inusitadas, isto é, no aparecimento de emblemas revolucionários ali onde não são esperados, providos de linguagens ou atitudes que não são as que estamos acostumados a escutar ou ver ou então tratados de um modo diferente do que esperamos que sejam tratados”. Olhar desse modo para as manifestações artísticas do passado e do presente, focando no inesperado e no inusitado, atentando ao que há de contraditório e de lacunar no que elas constroem, é o que permite vislumbrar o quanto esses restos são faíscas que podem reascender um outro futuro. Assim, debruçando-se sobre obras produzidas na Argentina e no Brasil entre o final dos anos 60 e o início dos anos 90 – de Oscar Bony e Oscar Masotta; de Clarice Lispector ou Silviano Santiago; de Eduardo Coutinho ou Hélio Oiticica; passando por vários outros artistas, cineastas e escritores, para chegar a produções mais recentes de Martín Gambarotta e João Gilberto Noll –, Mario Cámara narra uma mudança de época, tornando inteligíveis heranças que, lidas sem complacência e com generosidade, quem sabe possam deixar de nos assombrar.
Tradução de Paloma Vidal.
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R$ 65,00
Este livro explora a relação entre os modos de existência ameríndios e a poesia contemporânea, através da análise do livro Seiva, veneno ou fruto, de Júlia de Carvalho Hansen. O ensaio busca questionar o lugar ocupado pelos universos ameríndios na compreensão da literatura brasileira e, por aí, o próprio estatuto do poema. Para Vinícius Ximenes, a antropofagia ritual tupi-guarani não deve mais ser considerada como o único e exclusivo ponto de contato com as imaginações literárias: são outras as questões, os processos, as afinidades e as divergências buscadas pela escrita literária nos xamanismos indígenas tal como estudados pela etnologia.
1a edição (livro físico) 2024
260p.
Brochura
ISBN 978-65-87785-38-7
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R$ 35,00
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Ruína: literatura e pensamento reúne um conjunto de ensaios de professores(as) e pesquisadores(as) de três universidades públicas brasileiras: UFRJ, USP e UFF.
Refletindo sobre as ruínas, os ensaios abrem caminhos entre o passado e o presente históricos, entre as artes e a filosofia e deles emerge uma poderosa escuta das ruínas: sua lição, tão amarga quanto fundamental.
Assinam o livro: Anélia Montechiari Pietrani, Deyse Santos Moreira, Eduardo Coelho, Eucanaã Ferraz, Flavia Trocoli, Gabriel Bustilho, Guilherme Wisnik, Ida Alves, Mariana Quadros, Marcelo Diniz, Marcelo Jacques de Moraes, Martha Alkimin e Moacyr Novaes.
Primeira edição: 2023
220 páginas
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R$ 60,00
Ruína: literatura e pensamento reúne um conjunto de ensaios de professores(as) e pesquisadores(as) de três universidades públicas brasileiras: UFRJ, USP e UFF.
Refletindo sobre as ruínas, os ensaios abrem caminhos entre o passado e o presente históricos, entre as artes e a filosofia e deles emerge uma poderosa escuta das ruínas: sua lição, tão amarga quanto fundamental.
Assinam o livro: Anélia Montechiari Pietrani, Deyse Santos Moreira, Eduardo Coelho, Eucanaã Ferraz, Flavia Trocoli, Gabriel Bustilho, Guilherme Wisnik, Ida Alves, Mariana Quadros, Marcelo Diniz, Marcelo Jacques de Moraes, Martha Alkimin e Moacyr Novaes.
Primeira edição: 2023
220 páginas
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R$ 60,00
Este livro é um ensaio de um grande debate organizado a partir de algumas ideias que orbitam o termo “trans”. Esse prefixo, ao acompanhar conceitos manejados na abordagem contemporânea da literatura latino-americana, revisita-os para colocá-los em pauta novamente. Mais do que definições totalizadoras, acabadas, categóricas, buscou-se priorizar o movimento e assim, a disposição constelacional das ideias em torno dos conceitos que proporciona novos sentidos e usos, na medida que podem, como “conceitos”, vir a obter novas definições a partir de possíveis contatos e diálogos entre eles. Presentes nessa publicação, encontram-se 14 (catorze) conceitos trans envolvidos no trabalho com o comparatismo na América Latina.
ISBN 978-65-87785-67-7
1a. Ed. Novembro 2025
192p.
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R$ 50,00
Qual é o uso que um escritor faz da crítica literária?, perguntava-se Ricardo Piglia em seu livro Crítica e ficção. Renata Magdaleno retoma a pergunta de Piglia no contexto latino-americano contemporâneo, propondo pensar também no caminho inverso: qual é o uso que faz a crítica literária da ficção? O livro de Magdaleno está dividido em duas partes. Na primeira, uma série de ensaios abordam o uso da crítica na ficção e as formas em que é ficcionalizado o lugar do escritor contemporâneo em obras de autores argentinos e brasileiros como João Gilberto Noll, Martín Caparrós, Andrés Neuman, Ricardo Lísias e Alberto Giordano. A segunda parte discute a incidência de um registro narrativo e autobiográfico no interior do próprio discurso crítico, através de entrevistas com três reconhecidas pesquisadoras e críticas literárias: Florencia Garramuño, Ana Kiffer e Diana Klinger. Escritores em contínuo movimento, escritas performáticas, diluição de fronteiras: temas que atravessam as análises e que nos permitem pensar algumas das principais linhas de tensão que permeiam o campo literário contemporâneo.