Exibindo 49–64 de 121 resultados

  • É o fim do mundo e eu me sinto bem. Modernismo, extrativismo e festas

    É o fim do mundo e eu me sinto bem. Modernismo, extrativismo e festas

    R$ 65,00

    A partir de uma perspectiva genealógica, a chave de leitura não são obras isoladas mas uma constelação, outro Modernismo, marcado pela catástrofe ao invés da utopia; da melancolia em meio à alegria; de fim do mundo ao invés da inauguração de uma nova era; do fascínio pela lentidão de paisagens devastadas, solitárias em detrimento da velocidade e da hipersensorialidade. Este outro Modernismo é com- preendido a partir de Mário Peixoto, Cornélio Penna, Lúcio Cardoso, Oswaldo Goeldi, problematizando as tensões entre localismo e cosmopolitismo, considerados numa perspectiva comparativa entre cinema, literatura e artes visuais e que aponta, talvez surpreendentemente, na cultura midiática para um Modernismo pop.

    ISBN 9786587785745

    1ed. dezembro de 2025

    196p.

  • É o fim do mundo e eu me sinto bem. Modernismo, extrativismo e festas (Ebook)

    É o fim do mundo e eu me sinto bem. Modernismo, extrativismo e festas (Ebook)

    R$ 45,00

    A partir de uma perspectiva genealógica, a chave de leitura não são obras isoladas mas uma constelação, outro Modernismo, marcado pela catástrofe ao invés da utopia; da melancolia em meio à alegria; de fim do mundo ao invés da inauguração de uma nova era; do fascínio pela lentidão de paisagens devastadas, solitárias em detrimento da velocidade e da hipersensorialidade. Este outro Modernismo é com- preendido a partir de Mário Peixoto, Cornélio Penna, Lúcio Cardoso, Oswaldo Goeldi, problematizando as tensões entre localismo e cosmopolitismo, considerados numa perspectiva comparativa entre cinema, literatura e artes visuais e que aponta, talvez surpreendentemente, na cultura midiática para um Modernismo pop.

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  • Entre a letra e a tela. Literatura, imprensa e cinema na América Latina (1896-1932)

    Entre a letra e a tela. Literatura, imprensa e cinema na América Latina (1896-1932)

    R$ 45,00

    Materialmente mais resistentes que o celuloide, e socialmente mais assimilados à paisagem cultural quando do surgimento do cinema, muitos impressos da época constituem um testemunho, às vezes único, de modos de perceber, compreender e reagir perante a irrupção do novo espetáculo. Um espetáculo que, em suas três primeiras décadas de existência, passa de atração integrada a outros entretenimentos, tais como feiras e vaudevilles, a uma prática autônoma, com linguagens e propostas estéticas diversas, ainda que uma delas, a estética hollywoodiana, já tivesse se tornado hegemônica. Transcorrido esse período, o advento do som coloca outras questões, reorganizando os termos da interação entre a palavra (em sua dupla feição oral e escrita) e a tela. Os ensaios que integram este livro se detêm nesse limiar, concentrando-se no denominado período silencioso.

  • Entre segredos, posts e notícias. A construção pública de categorias de violência sexual (PDF Livre)

    Entre segredos, posts e notícias. A construção pública de categorias de violência sexual (PDF Livre)

    R$ 0,00

    Entre segredos, posts e notícias coloca em cena, de modo agudo e preciso, toda a riqueza semântica e política dos atuais deslocamentos e ampliações de sentido da categoria estupro. Vislumbramos a escuta atenta ao modo como a mídia construiu as vítimas do médico Roger Abdelmassih, e também às formas de narrar e calar presentes nos depoimentos de estudantes que sofreram assédio sexual na Universidade de São Paulo, e, especialmente, no ativismo da Rede Não Cala, iniciativa das docentes que, com empatia, reconhecem os abusos e ajudam a corrigir as violações de direitos quando não se averigua denúncias e queixas. Esse livro contribui para o exame sobre aumento significativo de violências praticadas a partir de manifestações antes não reconhecidas. Mas, não só: há nele uma nova e bem vinda aposta analítica de modo a ampliar não apenas o escopo das discussões sobre violência, mas a formação de uma sensibilidade feminista como uma questão contemporânea que habita a melhor antropologia que praticamos no Brasil.

    Primeira edição: agosto de 2025

    192p.

    ISBN

    978-65-87785-61-5

  • Escritas descentradas. O ensaio dos escritores na América Latina

    Escritas descentradas. O ensaio dos escritores na América Latina

    R$ 60,00

    Este livro reúne um conjunto de artigos que indagam sobre o ensaio de escritores de ficção na América Latina, de 1970 até a atualidade. O tema delimita uma questão específica: pensar sobre a instância discursiva em que o escritor se desvencilha das mediações da ficção – o narrador, a personagem – e assume uma enunciação subjetiva ligada ao nome próprio e em consonância com uma experiência íntima. Por certo, retornar ao ensaio, nos dias de hoje, em que a literatura se oferece como espaço de exploração das mais variadas formas de registro autobiográfico, a ponto de invalidar a distinção entre o vivido e o imaginado, não significa restituir um debate sobre as especificidades dos gêneros literários; especificidades, aliás, que a literatura, na sua linhagem moderna, se empenha em dissolver. Ao contrário, supõe voltar às reflexões acerca de uma forma de escrita que, desde suas origens, fez da liberdade seu princípio constitutivo, aproximando a palavra literária da experiência subjetiva em um movimento de identificação com a vida.

  • Estados Indisciplinados. Devires da teoria literária e da literatura comparada

    Estados Indisciplinados. Devires da teoria literária e da literatura comparada

    R$ 60,00

    Como o camponês de Kafka diante do portão de uma lei que nunca se alcança mas da qual nunca desistimos, procuramos ressaltar os diferentes modos de estudar literatura como a repetição de um movimento de entrada, sempre já diferido, antes e depois de outros. Este livro conta, assim, com a contribuição de pesquisadores com interesses diversos e perspectivas muito variadas, cujo ponto em comum é, talvez, colocar-se diante da literatura e das suas disciplinas, forçando uma entrada própria e corroborando a formação deste espaço de limites borrados, os não-estados da teoria literária e da literatura comparada.

    Carolina Correia dos Santos e Wagner Monteiro Pereira (Orgs.)

    ISBN 9786587785523

    1ed. 2025

    184p.

  • Estar entre. Ensaios de literaturas em trânsito

    Estar entre. Ensaios de literaturas em trânsito

    R$ 50,00

    ​Paloma Vidal tem bastante experiência quando se trata de “Estar entre”. Nestes seus “ensaios de literaturas em trânsito” ela não deixa dúvidas quanto a isso. Uma série de paradoxos são desdobrados nesse “estar entre”: entre línguas, culturas e países, mas, sobretudo, entre as páginas de livros. Paloma fala entre livros, mas também entre cidades: Rio de Janeiro, Buenos Aires, Paris, Los Angeles… Para Walter Benjamin existem dois tipos de aproximação da cidade: a feita pelos que lhe são nativos e a pelos de fora. Os nativos são minoria dentre os autores de descrições de cidade, justamente porque não conseguem a distância necessária para escrever sobre a sua cidade. Se nossa língua estabelece um mapa para trilharmos o mundo, estar entrelínguas (como acontece na escritura de Paloma) permite uma produtiva quebra da bússola e sua fragmentação em cacos que lançam luzes inusitadas sobre outros mundos e outros modos de estar aí.

  • Estrelas Juninas. Gênero, raça e sexualidade no São João de Belém

    Estrelas Juninas. Gênero, raça e sexualidade no São João de Belém

    R$ 60,00

    A delicada etnografia de Rafael da Silva Noleto, baseada em amplo trabalho de campo, nos leva a entender como acontecem os concursos de quadrilhas juninas em Belém, refletindo através da cultura popular sobre as formas de performatizar gênero, sexualidade, raça e classe. Nos concursos juninos, a presença aparentemente desconcertante da categoria Miss Gay dentro do espectro do feminino nas performances, revela como gays, travestis, mulheres transexuais e outras pessoas trans são classificadas como damas, assim como as mulheres cisgêneras. Gênero e sexualidade, em interação com categorias raciais e de território (periférico), articulam-se nas disputas juninas reguladas pelo Estado, revelando então parte das articulações entre cultura e política. De leitura deliciosa, Estrelas Juninas resulta de um doutorado primoroso defendido na USP.

  • eu, laminária...

    eu, laminária…

    R$ 65,00

    “O não-tempo impõe ao tempo a tirania da sua espacialidade: em todas as vidas, há um norte e um sul, e o oriente e o ocidente. No ponto mais extremo, ou, pelo menos, no cruzamento, é a enfiada das estações sobrevoadas, a luta desigual da vida e da morte, do fervor e da lucidez, talvez até mesmo a do desespero e da nova queda, a força também de olhar sempre o amanhã. Assim vai toda e qualquer vida. Assim vai este livro, entre sol e sombra, entre montanha e mangue, no crepúsculo quando não se distinguem cão e lobo, claudicando e binário.Tempo também de dar cabo de algumas fantasias e alguns fantasmas”.

    Aimé Césaire, apresentação do seu último livro de poesias, eu, laminária…

    Tradução, posfácio e notas de Lilian Pestre de Almeida

  • Êxodos, refúgios e exilios

    Êxodos, refúgios e exilios

    R$ 60,00
    ​O livro é resultado de uma pesquisa sobre a figura contemporânea do refúgio no Brasil explorada por meio dos processos de alguns nacionais colombianos. São interrogadas diferentes categorias de refúgio e seu processo de produção, assim como o substrato moral das relações tecidas entre pessoas administradas e diferentes agentes de Estado. No processo, não apenas é produzido um sujeito refugiado, mas são criadas constantemente as fronteiras externas e internas do Estado-nação. Além de focar na interpretação social dos sofrimentos que permitem separar a experiência dos sujeitos refugiados daquela de outros sujeitos migrantes, também foram examinadas as exigências narrativas, o mecanismo de produção de uma “verdade” sobre as pessoas administradas e sobre a nação que as recebe.
  • Feminismos africanos. Uma história decolonial

    Feminismos africanos. Uma história decolonial

    R$ 70,00

    Feminismos africanos. Uma história decolonial é uma coletânea de entrevistas organizadas em forma de conversas entre a politóloga e escritora senegalesa Rama Salla Dieng com cerca de vinte ativistas feministas e acadêmicas de Gana, Senegal, Camarões, Uganda, Tanzânia, Reino Unido, Tunísia, África do Sul, Etiópia, Egito e Quênia. Elas dialogam sobre a produção de conhecimentos na África, a partir de uma perspectiva decolonial, questionando as diversas práticas feministas em relação ao desenvolvimento social, político e econômico de diferentes países da África, falando também sobre filosofias, desafios globais, África e relações internacionais, horizontes de trabalho político, desejos por um mundo melhor. O livro está dividido em quatro partes: “Libertar a palavra, dizer-se”, “Amores revolucionários: desromantizar o território”, “Prazeres e sexualidades”, “Pesar e curar a cidade”.

    Tradução de Erick Araujo

    1a Ed. Novembro de 2025

    ISBN 978-65-87785-73-8

    178p.

  • Formas híbridas - Rafael Gutiérrez

    Formas híbridas – Rafael Gutiérrez

    R$ 30,00

    Este ensaio procura se aproximar de obras narrativas contemporâneas difíceis de circunscrever em definições fechadas de gênero, forçando a criação de categorias alternativas como romance-ensaio, autoficções ou formas híbridas. Livros que parecem querer sair de seus próprios limites tensionando as margens da literatura.

  • Glossário de Derrida - Supervisão de Silviano Santiago

    Glossário de Derrida – Supervisão de Silviano Santiago

    R$ 50,00

    Produzido faz já quatro décadas, publicado inicialmente em 1976, e apenas poucos anos antes de que o nome de Jacques Derrida começasse a reconfigurar a cena internacional da crítica e da filosofia, este Glossário reúne um conjunto de verbetes sobre os principais conceitos do pensamento derridiano. Cada verbete remete a outro mediante um tecido que rompe com a intenção de fixar um significado, evitando a possibilidade de um fechamento conceitual. O feito de que este pioneiro trabalho se sustente por meio dos primeiros seis textos de Derrida, publicados em 1967 (Gramatologia, Escritura e diferença, A voz e o fenômeno) e em 1972 (Disseminação, Margens da filosofia, Posições) é o que outorga força a este Glossário, que os reuniu e apresentou de maneira desconstrutiva, ao mesmo tempo em que contribuiu para sua disseminação de maneira impensável.

    Supervisão de Silviano Santiago
    Com novo prefácio e posfácio
    Desenhos de Lena Bergstein
  • Governo de mortes. Uma etnografia da gestão de populações de favelas no Rio de Janeiro

    Governo de mortes. Uma etnografia da gestão de populações de favelas no Rio de Janeiro

    R$ 60,00

    Governo de Mortes apresenta uma densa e cuidadosa investigação das engrenagens da atuação cotidiana de esferas de Estado que administram as mortes de moradores de favelas do Rio de Janeiro. Elaborado em doses equilibradas de argúcia e empatia, este livro fornece ao leitor as denúncias dos familiares, coletivos e organizações que sustentam suas lutas e, também, a contraface governamental. Registros oficiais, declarações públicas e encontros entre familiares e agentes públicos constituem o material empírico que dá base às análises sobre as configurações entre estado-margens, no melhor estilo das teorias sociais contemporâneas. Os bastidores sombrios da violência policial travestida em “autos de resistência” são revelados na crueza dos intricamentos burocráticos e interpretados com o rigor e a elegância das novas contribuições dos estudos etnográficos de documentos.

  • Histórias particulares. Emoção, subjetividade e corpo no parto

    Histórias particulares. Emoção, subjetividade e corpo no parto

    R$ 60,00

    “Em Histórias Particulares, Claudia Barcellos Rezende dá continuidade a uma longa trajetória de investigação que tem como áreas principais a Antropologia das Emoções e a Antropologia do Corpo. O livro aborda experiências e narrativas de parto, analisadas comparativamente com base em um recorte geracional – partos ocorridos nas décadas de 1970-1980 são colocados em contraste com partos realizados na década de 2010 – e um recorte sociocultural – Brasil e Inglaterra. A partir desse objeto, preocupações canônicas da antropologia – as oposições fundadoras indivíduo-sociedade e natureza-cultura – se entrelaçam com conceitos da teoria social contemporânea – experiência, subjetividade e agência. A postura teórico-metodológica adotada pela autora é a “etnografia do particular”, por meio da qual lança luz sobre vivências contemporâneas do parentesco, da família e da parentalidade. Reside aí o traço mais cativante desse novo livro de Claudia Barcellos Rezende: revisitar temáticas constitutivas da disciplina antropológica a partir de lentes conceituais contemporâneas”. Maria Claudia Coelho Professora Titular Instituto de Ciências Sociais UERJ

    ISBN 9786587785868

    1a ed. julho 2026

    156p.

  • Homens autores de violência doméstica. Gênero, governo e Estado

    Homens autores de violência doméstica. Gênero, governo e Estado

    R$ 65,00

    “Numa rica e criativa etnografia, premiada no concurso CAPES de melhor tese de doutorado na área de Antropologia e Arqueologia no ano de 2017, Paulo Victor Leite Lopes nos apresenta a um tema consagrado nas Ciências Sociais e na Antropologia: o Estado e suas ações. Leite Lopes nos (re)apresenta ao fenômeno estatal em sua peculiaridade (e precariedade) histórica no Brasil, abordando a relação entre “poder”, “direito” (a “linguagem” estatal por excelência) e “verdade” pela via das práticas e de suas formas de institucionalização. Parte, para isso, das interações concretas, das formas de expressão de ideias, sentimentos e situações intercambiadas entre técnicos e homens autores de violência doméstica num serviço da administração pública, bem como da análise das “materialidades”, especialmente dos documentos aqui tratados como artefatos. Sem ceder a uma “absolutização (hiper)fenomenológica” em voga na atualidade no país, e sim com os pés fortemente fincados na teoria e na produção nacional e internacional, inclusive sobre a violência de gênero, o autor mostra no plano cotidiano os processos micropolíticos que (se) fazem Estado, produzindo assimetrias, hierarquias e variadas formas de perpetuação da desigualdade, assim como seus agentes, sujeitos, instituições, locações sociais, tessitura mesmo das realidades macroestruturais postas em questão pela disciplina”. Antonio Carlos de Souza Lima

    ISBN 978-65-87785-23-3

    368p.

    Brochura