Exibindo 65–80 de 121 resultados

  • Lá fora cresce um mundo

    Lá fora cresce um mundo

    R$ 45,00
    O ano é 1840. O lugar é o Vale do rio Cauca, na região sul-ocidental da Colômbia. Vários quilombolas e libertos uniram-se ao exército dos rebeldes esperando apoio para sua causa: a abolição da escravidão. Nay da Gâmbia, escravizada que administra a horta de uma das fazendas de Ibrahim Sahal, acredita que a verdadeira liberdade não se consegue por meio da lei. Para ela, o único caminho é o retorno ao seu país de origem. Junto a seu filho, Sundiata, começará um longo e difícil percurso à procura desse sonho. Neste romance, vencedor do Prêmio Casa das Américas 2015, a colombiana Adelaida Fernández Ochoa nos oferece outra visão da história da luta pela liberdade através da voz e do olhar daqueles que foram escravizados.
  • Liberdade como quilombagem

    Liberdade como quilombagem

    R$ 80,00

    “Situando-se na história da condição existencial da afro-modernidade – história de escravidão, revolta, quilombagem –, Roberts nos libera um terreno conceitual bem empolgante, inexplorado, até então, pelas euronarrativas hegemônicas. Ao fazer isso, ele deixa irrefutavelmente nítido o quanto da teoria política ocidental foi construído no silenciamento das vozes de resistência de todos os Outros raciais que o Ocidente tentou subordinar”. Charles W. Mills

    “Liberdade como quilombagem não é uma exegese esclarecedora sobre a agência dos escravos para criar espaços livres para viver, mas uma reflexão absolutamente brilhante sobre o significado fundamental da liberdade no mundo moderno. Teóricos políticos, historiadores, filósofos e críticos culturais, prestem atenção: Roberts é um pensador a ser levado em conta”. Robin D. G. Kelley

    Tradução e apresentação de Victor Galdino

    Imagem de capa de François Muleka

    Primeira edição: agosto de 2025

    328p.

    ISBN 978-65-87785-69-1

  • Livros pequenos

    Livros pequenos

    R$ 60,00

    “Livros pequenos, de Tamara Kamenszain, narra a historia entre esta grande poeta e ensaísta argentina e uma série de livros que teve entre suas mãos e que não consegue esquecer. Tamara nos oferece um percurso fragmentário e até acidentado com múltiplos desvios. Estruturado em duas partes e um anexo, ela nos passeia entre leituras de poesia e crítica, entre trabalhos de leitora ou docente e até nos conta os livros que compartilha com seus pequenos netos. O “pequeno” ao longo do livro se transforma em um conceito que confronta as ambições dos vates literários e a falsa erudição de salão literário e faz do menor, do deslocamento, da distração e até do humor o centro de uma ética de leitura”. (Mario Camara)

  • Mediações arquitetônicas. Redes profissionais e práticas estatais no Rio de Janeiro

    Mediações arquitetônicas. Redes profissionais e práticas estatais no Rio de Janeiro

    R$ 65,00

    A cidade do Rio de Janeiro foi inúmeras vezes palco, plateia e bastidor de intervenções urbanísticas. Da reforma Pereira Passos às operações atreladas aos megaeventos esportivos, os saberes da arquitetura têm sido sistematicamente acionados para legitimar obras “promotoras do bem-comum” e engendrar processos de categorização social, valorização imobiliária e disciplinamento de espaços e habitantes. A proposta deste livro é compreender as tramas sociais que sustentam tais iniciativas e as imagens e narrativas de progresso e modernidade produzidas pelo campo arquitetônico e pelas práticas estatais. A partir do diálogo entre referenciais da antropologia, sociologia, arquitetura, urbanismo, história, geografia e comunicação social, autores e autoras analisam as mediações profissionais, os interesses particulares e as controvérsias movimentadas em diferentes projetos financiados com recursos públicos.

  • Mediações arquitetônicas. Redes profissionais e práticas estatais no Rio de Janeiro (E-book)

    Mediações arquitetônicas. Redes profissionais e práticas estatais no Rio de Janeiro (E-book)

    R$ 35,00

    A cidade do Rio de Janeiro foi inúmeras vezes palco, plateia e bastidor de intervenções urbanísticas. Da reforma Pereira Passos às operações atreladas aos megaeventos esportivos, os saberes da arquitetura têm sido sistematicamente acionados para legitimar obras “promotoras do bem-comum” e engendrar processos de categorização social, valorização imobiliária e disciplinamento de espaços e habitantes. A proposta deste livro é compreender as tramas sociais que sustentam tais iniciativas e as imagens e narrativas de progresso e modernidade produzidas pelo campo arquitetônico e pelas práticas estatais. A partir do diálogo entre referenciais da antropologia, sociologia, arquitetura, urbanismo, história, geografia e comunicação social, autores e autoras analisam as mediações profissionais, os interesses particulares e as controvérsias movimentadas em diferentes projetos financiados com recursos públicos.

    Quando você comprar a versão E-book do livro, receberá um arquivo em formato Epub diretamente no e-mail cadastrado no nosso sistema.

  • Meninas más, mulheres nuas. As máquinas literárias de Adelaide Carraro e Cassandra Rios

    Meninas más, mulheres nuas. As máquinas literárias de Adelaide Carraro e Cassandra Rios

    R$ 45,00

    Este trabalho analisa as obras de Adelaide Carraro (1925-1992) e Cassandra Rios (1932-2002), comumente referidas como “as maiores pornógrafas da literatura brasileira”, epíteto que evoca uma glória ambígua: a de serem campeãs de vendagem, sobretudo nas décadas de 1960 e 1970, e também recordistas em títulos censurados durante a última ditadura. Procura mostrar como suas bibliografias, identificadas entre si na “paixão pelo visível” da tradição naturalista e na forte presença de conteúdo sexual, configuram, não obstante, projetos distintos e em boa medida opostos. Projetos estes que mantém considerável coerência interna, ao longo de anos de produção contínua, combinando transgressão e conservadorismo de modo desafiador à interpretação.

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  • Momentos Kodak

    Momentos Kodak

    R$ 50,00

    “Já no título, estes Momentos Kodak revelam o intuito de capturar o efêmero, o fugaz, dando-lhe uma forma definida. Exercício que pode parecer simples, mas exige uma sensibilidade aberta, alerta, e a delicadeza de quem segura uma borboleta nas pontas dos dedos, sem feri-la nem deixá-la escapar. Nestes Momentos, logo se verá, a prosa se aproxima da concisão da poesia, e o pouco que é narrado convida a leitora e o leitor a preencher lacunas e seguir pistas com sua imaginação: os treze exercícios são, assim, nítidos convites à coautoria. São textos, quase todos, de 4-5 linhas de extensão – fugindo ao padrão, um deles se estende por oito, enquanto outro se limita a duas, aproximando-se ainda mais da brevidade do haiku. As seis mulheres e os seis homens que protagonizam os relatos não reaparecem nem se encontram uns com os outros, com a só exceção de Laura e Martin, que vemos sozinhos e também juntos, numa cinematográfica cena de romance no metrô. Feiticeiro do romance e também do conto, Machado de Assis dizia que “há sempre uma qualidade nos contos que os torna superiores aos grandes romances, se uns e outros são medíocres: é serem curtos”. Longe de medíocres, os minicontos tingidos de suave melancolia nos quais Rafael Gutiérrez nos convida a mergulhar possuem, claro, a virtude da síntese, mas também a beleza de pedras brutas e preciosas esculpidas por um artesão exigente”.
    – Pedro Amaral

    Texto de Rafael Gutiérrez

    Imagens de José Miguel Nieto

    Tradução de Davis Diniz

    ISBN 9786587785493

    1ed. 2025

    64p.

  • Música Gospel. Disputas e negociações em torno da identidade evangélica no Brasil

    Música Gospel. Disputas e negociações em torno da identidade evangélica no Brasil

    R$ 70,00

    As dinâmicas que possibilitam a presença de músicas cristãs na indústria cultural e nas mídias de massa no Brasil das últimas décadas são o tema deste livro de Olívia Bandeira. Por meio de uma pesquisa original, a autora mostra como se forjam artistas cujas carreiras transitam entre a relação com igrejas e fiéis e a propagação de mensagens religiosas em contextos seculares. Reunindo dados inéditos e interpretações fundamentadas, este livro nos ajuda a entender como a música gospel participa da construção da ideia (disputada) de uma identidade evangélica. Para isso, passa por temas como batalha espiritual e teologia da prosperidade e atenta para a questão racial. Por muitas razões, esta é uma obra indispensável para a discussão acerca da presença do religioso no espaço público no mundo contemporâneo.
    Texto de Emerson Giumbelli

  • Na cozinha da antropologia

    Na cozinha da antropologia

    R$ 65,00

    Como se faz antropologia? Como nós, mulheres, brasileiras, antropólogas, professoras, pesquisadoras, fazemos antropologia? Começo com perguntas porque a forma interrogativa já antecipa uma curiosidade, uma disposição ao diálogo, uma troca. E nada como uma boa cozinha para animar uma conversa. É justamente a “cozinha da pesquisa” que dá o tom do livro de Soraya Fleischer – da escolha dos ingredientes (o que cozinhar/pesquisar) ao preparo (tempos e espaços de cocção/interlocução), das formas de registrar (receitas/diários de campo) ao servir e saborear (pratos/artigos/livros/podcasts). É um livro de perguntas, repleto de deliciosas e sugestivas respostas.
    Texto de Luciana Hartmann

  • Na pausa

    Na pausa

    R$ 45,00

    Vencedor do prêmio Indio Rico de autobiografia num ano em que o júri contava com Ricardo Piglia, María Moreno e Edgardo Cozarinsky, Na pausa é um relato lindamente pessoal, fragmentado, de alguém que escolhe se voltar para os espaços em branco — os intervalos de que uma vida também é feita — para narrar a si mesmo. Esse é o modo que Meret encontra de prestar contas com a riqueza das suas experiências. E de dar forma a um modo peculiar (e peculiar porque rico, estranho, interessante) de existir.

  • Não leve flores: crônicas etnográficas junto ao Movimento Passe Livre-DF

    Não leve flores: crônicas etnográficas junto ao Movimento Passe Livre-DF

    R$ 45,00

    Em tempos de desconfiança na política, como pensá-la em termos radicalmente democráticos? Aparentemente ociosa, a pergunta talvez sinalize a direção e a inspiração mais promissoras para ultrapassar a impotência gerada pela anti-política do Estado e suas práticas desmobilizadoras. Essa é a aposta do Movimento Passe Livre que estas “crônicas etnográficas” retratam. Escrito com paixão e posicionamento, Não leve flores constrói um conhecimento situado ao apresentar o MPL, suas práticas, seus princípios e sua perspectiva singular da política, assim como vislumbres dos mundos sociais nos quais militantes e simpatizantes transitam. Consoante com as ações políticas do MPL em seu esforço para construir o alargamento do possível, o livro é um experimento etnográfico em que a reflexão é guiada pela ação e em que a autora mistura os lugares ditos próprios da militância e do fazer antropologia. Um empreendimento de risco vertido em linguagem fluida e ágil, direta e precisa, o livro surpreende ao subverter nossas formas usuais de enxergar o mundo da política.

  • Nelson Mandela - Não ao apartheid

    Nelson Mandela – Não ao apartheid

    R$ 50,00

    Neste romance o narrador e figura principal é Nelson Mandela. Ele conta sua história e vida na África do Sul, desde sua chegada a Johanesburgo, vindo do Transkei em 1941, até sua eleição como presidente em 1994. Mandela foi preso em 1964 e liberado 27 anos depois. Durante todo esse tempo foi o líder da luta contra o apartheid, e se tornou um símbolo da justiça e da dignidade da luta negra nesse país, e no mundo. Esses anos foram narrados no romance, para o qual a autora teve um basto trabalho de pesquisa em arquivos históricos. A última parte do livro apresenta outros importantes líderes, Steve Biko, e Desmond Tutu, além de dados sobre a história do apartheid até 1994.

    Trad. Erick Araujo

    1a. Edição, novembro 2025

    ISBN 97865-87785-71-4

    96p.

  • O campo das elites. Percursos etnográficos para a exposição da desigualdade

    O campo das elites. Percursos etnográficos para a exposição da desigualdade

    R$ 60,00

    Atravessando autores e autoras como Malinowski, Radcliffe-Brown, Margaret Mead, Zora Neale Hurston, Max Gluckman, Hilda Kuper, Michel Leiris, Wright Mills, Jomo Kenyatta, Gilberto Velho, Laura Nader, Geertz, Rabinow, George Marcus e abordando tanto etnografias clássicas como contemporâneas e cinema documentário, este livro, do antropólogo Alex Vailati (professor da Universidade Federal de Pernambuco) é fundamental para todos aqueles que se perguntam pelo lugar do estudo das elites (e a sua pertinência) na antropologia.

    1a. Edição: 2024
    176p.

  • O campo das elites. Percursos etnográficos para a exposição da desigualdade (EBook)

    O campo das elites. Percursos etnográficos para a exposição da desigualdade (EBook)

    R$ 30,00

    Atravessando autores e autoras como Malinowski, Radcliffe-Brown, Margaret Mead, Zora Neale Hurston, Max Gluckman, Hilda Kuper, Michel Leiris, Wright Mills, Jomo Kenyatta, Gilberto Velho, Laura Nader, Geertz, Rabinow, George Marcus e abordando tanto etnografias clássicas como contemporâneas e cinema documentário, este livro, do antropólogo Alex Vailati (professor da Universidade Federal de Pernambuco) é fundamental para todos aqueles que se perguntam pelo lugar do estudo das elites (e a sua pertinência) na antropologia.

    Para comprar acesse aqui

    1a. Edição: 2024
    176p.

    ISBN Digital 978-65-87785-62-2

  • O encantamento da palavra. Diálogos com Adriana Lisboa

    O encantamento da palavra. Diálogos com Adriana Lisboa

    R$ 50,00

    Organizador: Cesar Garcia Lima
    “Talvez Vinicius de Moraes estivesse saindo de uma entrevista quando afirmou que “a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”. Pois se algum tipo de encontro está sempre na origem de uma entrevista, mesmo que apenas no vai e vem das mensagens digitais, é bem raro que desses contatos resultem encontros no sentido mais forte sugerido pelo poeta. As sequências protocolares de perguntas e respostas que são a rotina desse gênero, tão difundido quanto vilipendiado, acabam por sugerir, com mais frequência, qualquer coisa de não consumado. Aí está, portanto, uma das qualidades raras deste livro organizado por Cesar Garcia Lima, e por ele criado em diálogo com Adriana Lisboa: no desejo mútuo, visível no preparo meticuloso do entrevistador e nas respostas generosas da entrevistada, de sair do automático e se abrir às possibilidades criadas pela troca com o outro. O resultado, como o leitor vai descobrir, é uma conversa que se lê com prazer do início ao fim, e que ao mesmo tempo se estabelece, desde já, como uma exploração exemplar, em seu rigor e densidade, das ideias, referências e interesses da premiada ficcionista e poeta, uma das mais instigantes escritoras brasileiras contemporâneas. Percorrendo com leveza um conjunto abrangente de artistas e pensadores, Cesar e Adriana elaboram aqui reflexões que servem tanto aos interessados num mapeamento cuidadoso do universo da autora quanto em se perder num percurso livre, em boa companhia, pelas veredas da criação literária”. (Texto da orelha de Miguel Conde)

    Primeira edição: 2023
    100 páginas

  • O gosto das coisas etnográficas. Os sentidos na antropologia

    O gosto das coisas etnográficas. Os sentidos na antropologia

    R$ 65,00

    O gosto das coisas etnográficas, de Paul Stoller, foi o prenúncio de uma “revolução sensorial” na antropologia. Ao fomentar uma abordagem cultural do estudo do sensorial e uma abordagem sensorial do estudo da cultura, constituiu os sentidos tanto como objeto de estudo quanto como modo de investigação. O livro está repleto de despertares sensoriais. Por exemplo, Stoller registra um incidente no qual um mestre feiticeiro (sorko) Songai o repreendeu por ser incapaz de discernir o som da alma errante de um paciente adoentado quando o mestre a libertou de um montículo de palha. O sorko observou: “Você olha, mas você não vê. Você toca, mas você não sente. Você ouve, mas não escuta. Sem visão ou tato, pode-se aprender bastante. Mas você deve aprender como escutar, ou você pouco aprenderá sobre nossos costumes”. As muitas sensações – coloridas, sonoras e aromáticas, assim como deliciosas e repugnantes – evocadas por Stoller nos capítulos deste livro inspiraram uma legião de outros antropólogos a se engajar com uma investigação social baseada nos sentidos, ou “etnografia sensorial”. Este livro certamente aguçará o apetite de leitores por mais “estudos sensoriais”.

    David Howes / Centro de Estudos Sensoriais da Universidade Concordia