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  • Uma flecha para o país em leilão

    Uma flecha para o país em leilão

    R$ 65,00

    Uma flecha para o país em leilão retrata uma voz singular no El Dorado sul-americano dos franceses: a Guiana Francesa. Por muito tempo, pouco se soube sobre a cultura franco-guianense, em particular, sua literatura. Agora, na tradução de Danielle Grace, podemos escutar a voz deste autor que desde sempre deseja ecoar assuntos caros a Amazônia, a América do Sul, ao povo negro, ribeirinho e ainda diante da neocolonização. Esta antologia nos convida a seguir o caminho de Stephenson por sua terra natal: do silêncio aos gritos, da infância a fase adulta, do passado ao presente, do português às línguas originárias, do centro à periferia, da floresta à cidade. Ler e compreender as palavras deste guianense é escutar um pedido de paz e amor pela América latina, pela região amazônica.

    Dennys Silva-Reis / Universidade Federal do Acre

    Tradução de Danielle Grace

    Revisão da tradução de Marcelo Jacques de Moraes

    Brochura

    ISBN 9786587785561

    164 p.

    Ano de lançamento 2024

  • Uma literatura que se quer crítica. Diluição de fronteiras entre a crítica literária e a ficção contemporânea

    Uma literatura que se quer crítica. Diluição de fronteiras entre a crítica literária e a ficção contemporânea

    R$ 50,00

    Qual é o uso que um escritor faz da crítica literária?, perguntava-se Ricardo Piglia em seu livro Crítica e ficção. Renata Magdaleno retoma a pergunta de Piglia no contexto latino-americano contemporâneo, propondo pensar também no caminho inverso: qual é o uso que faz a crítica literária da ficção? O livro de Magdaleno está dividido em duas partes. Na primeira, uma série de ensaios abordam o uso da crítica na ficção e as formas em que é ficcionalizado o lugar do escritor contemporâneo em obras de autores argentinos e brasileiros como João Gilberto Noll, Martín Caparrós, Andrés Neuman, Ricardo Lísias e Alberto Giordano. A segunda parte discute a incidência de um registro narrativo e autobiográfico no interior do próprio discurso crítico, através de entrevistas com três reconhecidas pesquisadoras e críticas literárias: Florencia Garramuño, Ana Kiffer e Diana Klinger. Escritores em contínuo movimento, escritas performáticas, diluição de fronteiras: temas que atravessam as análises e que nos permitem pensar algumas das principais linhas de tensão que permeiam o campo literário contemporâneo.

  • Viagem a Buenos Aires. Dez crônicas inéditas de João do Rio

    Viagem a Buenos Aires. Dez crônicas inéditas de João do Rio

    R$ 40,00

    O livro Viagem a Buenos Aires. Dez crônicas inéditas reúne dez crônicas publicadas originalmente em 1915 no jornal A Gazeta de Notícias, sob a assinatura de João do Rio. Essas crônicas são fruto da primeira e única viagem do autor à Argentina. Inseridas na tradição dos relatos de viagem, as crônicas de João do Rio procuram equilibrar a análise do contexto político no qual se desenvolve sua visita ao país vizinho com suas pretensões estéticas. A pesquisadora argentina Lucía González foi responsável pela cuidadosa recopilação, transcrição e organização dos textos, além de ter assinado o prefácio “João do Rio, um viajante raro”, no qual aprofunda a análise da obra e do autor.

    Prefácio, organização e notas de Lucía González

    ISBN: 978-65-87785-55-4

    1a. Edição: 2024

    Grampo

    96p.

  • Wilcock ficção e arquivo

    Wilcock ficção e arquivo

    R$ 25,00

    Virou um clichê dizer que “a obra de Fulano é inclassificável”, mas no caso do escritor argentino Juan Rodolfo Wilcock (1919-1978) esse rótulo parece bem acertado. Wilcock viveu entre Argentina e Itália, foi tradutor, crítico literário, ghost writer, e fez uma ponta em um filme de Pasolini. Os títulos de alguns de seus livros denunciam sua peculiaridade, e a fibra jocosa com a qual operou na literatura e na vida: Persecución de las musas menores, Los dos indios alegres, La boda de Hitler y María Antonieta en el infierno. Seu livro mais conhecido, A sinagoga dos iconoclastas, é um convite à invenção por meio de uma coleção de Magister Vitae de inventores. Neste ensaio, Kelvin Falcão Klein visita a Lubriano onde Wilcock viveu em seus últimos anos, e palmilha arquivos em busca de “fatos inquietantes” em torno de um autor que encarnou, discreta e marginalmente, a proposta artística e vital de Marcel Duchamp.